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A Rita levou meu sorriso no sorriso dela, meu assunto levou junto com ela e o que me é de direito arrancou-me do peito. E tem mais: levou seu retrato, seu trapo, seu prato (que papel!), uma imagem de São Francisco e um bom disco de Noel.
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A Rita matou nosso amor de vingança, nem herança deixou. Não levou um tostão, porque não tinha não, mas causou perdas e danos: levou os meus planos, meus pobres enganos, os meus vinte anos, o meu coração. E além de tudo me deixou mudo um violão.
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